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CASO DE FRAUDE EM VENDA DE TELEVISÃO EM SANTA HELENA

Um residente de Santa Helena foi enganado ao tentar vender uma televisão pela internet, um incidente que levou à intervenção das autoridades locais. O morador colocou um anúncio para uma TV Smart de 43 polegadas de uma conhecida marca em um popular site de vendas online. Um comprador interessado, que fez contato via WhatsApp, propôs que um motorista de aplicativo recolhesse o item e o transportasse até Curitiba.

Confiantemente, o vendedor solicitou o pagamento, mas o comprador insistiu em só realizar o pagamento após receber a televisão. Confiando no comprador, o vendedor entregou a TV ao motorista indicado. Entretanto, assim que o aparelho foi recebido, o suposto comprador bloqueou o vendedor nas redes sociais e desapareceu sem efetuar o pagamento prometido.

Diante da situação, o vendedor prejudicado registrou uma queixa na Polícia Militar, esperando algum recurso ou resolução para o golpe sofrido. Este caso serve como um lembrete dos riscos associados a transações online com desconhecidos.

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ESTELIONATO NA VENDA ONLINE DE MOTO DEIXA COMPRADORA NO PREJUÍZO

Um caso de estelionato foi registrado em Itapejara do Oeste, onde uma mulher relatou à Polícia Militar ter sido vítima de um golpe ao tentar comprar uma motocicleta pela internet. Ela se interessou por uma Honda/CB 300, modelo 2011, oferecida por R$ 4.900, um preço abaixo do mercado. Depois de acertar os detalhes da compra e realizar o pagamento via Pix, ela viajou até Itapejara do Oeste para buscar o veículo e realizar a transferência de documentação.

Ao chegar no local combinado, a mulher descobriu que o verdadeiro dono da motocicleta havia listado o veículo por R$ 9.400 e não tinha conhecimento de qualquer pagamento feito por ela. O golpista, que se passou por vendedor, havia instruído o proprietário a retirar o anúncio sob a alegação de que a motocicleta estava vendida, enquanto dizia à compradora que o veículo estava com seu irmão e poderia ser retirado.

O caso resultou em um prejuízo significativo para a compradora, enquanto o autor do golpe não foi localizado ou identificado pela polícia.

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COMO UM ANÚNCIO ONLINE LEVOU A UM GOLPE DE R$ 5,7 MIL

Recentemente, ocorreu um incidente em Santa Bárbara d’Oeste, um homem de 49 anos foi vítima de fraude ao tentar comprar uma motocicleta Honda BIZ. A busca por um veículo levou ele e sua esposa a um anúncio no Facebook, originário de Rio Claro, onde a moto era oferecida por R$ 6,5 mil. A história tomou um rumo complexo quando encontraram um anúncio semelhante e entraram em contato com o anunciante, que alegou ser o verdadeiro proprietário do veículo e instruiu o comprador a não discutir a transação com a vendedora original, apresentada como sua sobrinha.

O homem foi à Rio Claro, negociou a compra da motocicleta por R$ 5,7 mil e realizou o pagamento através de um PIX para um indivíduo identificado apenas como “Ewerson”. Infelizmente, após a transferência, descobriu-se que a transação era fraudulenta.

Este caso, agora sob investigação policial, ressalta a importância da cautela ao realizar compras através de canais online. É um lembrete de que, apesar da conveniência das transações digitais, a verificação de credibilidade e a segurança devem ser prioritárias. Este incidente sublinha a necessidade de procedimentos de verificação robustos antes de efetuar pagamentos, especialmente em transações que ocorrem em plataformas de redes sociais ou quando as ofertas parecem excepcionalmente vantajosas.

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CASO DE ESTELIONATO EM TRANSAÇÃO DE ALUGUEL ONLINE É REGISTRADO EM SÃO PAULO

Em um incidente recente que ressalta os perigos associados a transações imobiliárias online, um operador de máquinas de 37 anos, residente em Praia Grande, São Paulo, tornou-se vítima de um sofisticado golpe de estelionato ao tentar alugar um apartamento através da internet. O caso, que resultou em uma perda financeira de R$ 500 para a vítima, foi devidamente reportado à polícia, culminando na abertura de um boletim de ocorrência na última quinta-feira, dia 28.

O golpe foi iniciado a partir do dia 22 de março, quando a vítima, na busca por acomodações, entrou em contato com um anúncio encontrado em um conhecido site de aluguel de imóveis. A comunicação inicial se deu através de mensagens enviadas para um número associado ao anúncio, onde uma suposta corretora de imóveis respondeu prontamente.

Durante a negociação, a golpista, utilizando-se de persuasão e oferecendo um desconto atraente para pagamento à vista, conseguiu convencer a vítima a realizar uma transferência bancária em nome de um terceiro, alegadamente relacionado ao processo de aluguel. Infelizmente, após a conclusão do pagamento, a comunicação foi unilateralmente interrompida, e nenhum contrato foi fornecido, deixando claro o caráter fraudulento da operação.

Este incidente está atualmente sob investigação pela Polícia Civil de Santa Bárbara d’Oeste, com a vítima possuindo um prazo de até 180 dias para formalizar uma acusação criminal contra os responsáveis. Este caso serve como um lembrete importante dos riscos inerentes às negociações feitas inteiramente online, especialmente em um mercado tão vulnerável quanto o imobiliário. Alerta-se aos consumidores a necessidade de extrema cautela ao realizar tais transações, enfatizando a importância de verificar a autenticidade dos anúncios e a identidade dos vendedores antes de qualquer pagamento.

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SEGURANÇA: RELATO DE ESTELIONATO EM TRANSAÇÃO DE VEÍCULO

Em um incidente que destaca os perigos e as armadilhas dos negócios realizados por meio da internet, uma mulher foi vítima de um golpe de estelionato após tentar adquirir uma motocicleta Honda/CB 300, ano 2011. O caso ocorreu na pacata cidade de Itapejara do Oeste, chamando a atenção para as técnicas cada vez mais elaboradas utilizadas por criminosos no ambiente digital.

Segundo relatos da vítima à Polícia Militar local, o negócio se iniciou quando ela encontrou o anúncio de venda da motocicleta por um preço consideravelmente abaixo do valor de mercado, fixado em R$ 4.900. Acreditando estar diante de uma oportunidade única, procedeu com a negociação e efetuou o pagamento através de uma transação via Pix, um método de pagamento instantâneo e irreversível, favorecendo assim a ação dos estelionatários.

A compradora dirigiu-se a Itapejara do Oeste com o intuito de finalizar a aquisição, ou seja, receber a motocicleta e transferir a documentação para seu nome. No entanto, ao chegar ao local combinado e entrar em contato com o suposto vendedor, foi confrontada com a realidade de que havia sido enganada. O verdadeiro proprietário do veículo, que de fato havia anunciado a venda, mas por um valor de R$ 9.400, esclareceu que não havia recebido qualquer pagamento da mulher, revelando assim a existência de um intermediário fraudulento na negociação.

Este golpista, agindo com malícia e astúcia, anunciou o veículo por um preço abaixo do valor de mercado para atrair a atenção da vítima. Após conseguir seu objetivo, convenceu o legítimo proprietário a retirar o anúncio sob a falsa premissa de que a motocicleta já havia sido vendida. Para a compradora, o criminoso inventou uma história convincente, alegando que o veículo estava com seu irmão e poderia ser retirado imediatamente.

O caso de Itapejara do Oeste serve como um lembrete dos riscos associados às transações feitas pela internet, sobretudo em plataformas de venda e compra de bens. Este incidente reforça a importância de se adotar medidas cautelares rigorosas ao realizar negócios online, tais como a verificação da veracidade dos anúncios e a confirmação da identidade dos vendedores, a fim de evitar ser vítima de estelionatários cada vez mais habilidosos e criativos em suas abordagens fraudulentas.

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DECISÃO JUDICIAL RESPONSABILIZA PLATAFORMA DE REDES SOCIAIS POR GOLPE EM RESERVA DE POUSADA

Em um desdobramento recente, o 8º Juizado Especial Cível da Tijuca, no Rio de Janeiro, emitiu uma decisão determinando que uma plataforma de redes sociais seja responsabilizada por um golpe que vitimou um casal que buscava reservar uma pousada em Campos do Jordão, São Paulo. A decisão, fundamentada na ausência de evidências apresentadas pela plataforma para justificar a permanência de uma página fraudulenta no Instagram, mesmo após uma ordem judicial prévia, foi homologada por um juiz de Direito.

Conforme a narrativa dos autores da ação, que procuravam uma pousada para celebrar seu noivado por meio do Instagram, foram atraídos por uma oferta e realizaram uma reserva, efetuando o pagamento por meio de pix. Posteriormente, descobriram terem sido vítimas de um golpe e não conseguiram recuperar os valores pagos.

Os autores destacam que, em um processo anterior, a plataforma já havia sido condenada a remover a página fraudulenta de sua plataforma.

Ao analisar o caso, o juízo considerou que não havia falha atribuível à pousada nem aos bancos responsáveis pelas transações. No entanto, em relação à plataforma de redes sociais, o entendimento foi diferente.

A decisão argumentou que a transferência de valores ocorreu devido à manutenção da página utilizada pelos golpistas no Instagram, mesmo após decisão anterior em outro processo, caracterizando uma falha na prestação do serviço.

Dessa forma, a decisão determinou a restituição do valor pago a título de dano material e fixou uma indenização por danos morais aos autores.