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COMO O TELLOWS PODE PROTEGER VOCÊ DE CHAMADAS INDESEJADAS

Identificar chamadas desconhecidas é um desafio comum enfrentado por muitos usuários de smartphones hoje em dia. A incerteza de quem está do outro lado da linha pode gerar hesitação na hora de atender. No entanto, graças a ferramentas como o www.tellows.com.br e seu aplicativo complementar para Android e iOS, essa incerteza pode ser mitigada de forma eficaz.

O Tellows opera como um banco de dados abrangente, alimentado por uma comunidade global de mais de 7 milhões de usuários em mais de 50 países. Sua função principal é fornecer informações detalhadas sobre os números de telefone que estão fazendo chamadas para os usuários. Essas informações vão desde a finalidade da chamada até uma avaliação de risco, facilitando assim a decisão de atender ou não.

O processo é simples: ao receber uma chamada de um número desconhecido, o usuário pode consultar o número no aplicativo ou no site do Tellows. Uma vez inserido o número, o sistema fornece uma análise detalhada, incluindo classificações de segurança que variam de 1 a 9. Essas classificações são fundamentadas na experiência coletiva da comunidade Tellows, tornando-as confiáveis e úteis para os usuários.

Além disso, o Tellows não é apenas uma ferramenta de consulta passiva; ele também incentiva os usuários a contribuir com suas próprias experiências e conhecimentos. Ao se cadastrar no site, os usuários podem ajudar a enriquecer o banco de dados, relatando números e fornecendo informações relevantes sobre suas chamadas. Isso cria uma rede de informação colaborativa, onde os usuários se beneficiam da experiência coletiva da comunidade.

O Tellows é uma ferramenta indispensável para lidar com chamadas desconhecidas de forma informada e segura. Com sua ampla base de dados e a participação ativa da comunidade, ele oferece uma solução eficaz para o dilema de atender ou não atender chamadas de números desconhecidos.

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COMO AS MUDANÇAS NAS POLÍTICAS DE OPERADORAS AFETARÃO OS CONSUMIDORES

O panorama da telefonia celular está prestes a experimentar uma evolução significativa. A essência desta transformação reside na transição para um modelo de cobrança baseado no acesso individualizado a conteúdos na internet, marcando um desvio das tradicionais práticas de tarifação.

A abordagem do zero rating, que permite o uso ilimitado de certos aplicativos sem impactar a franquia de dados do usuário, é central neste debate. A questão transcende a esfera regulatória, situando-se primordialmente no âmbito comercial. Empresas como WhatsApp, operando sob a égide da Meta, usufruem de uma licença para uso de imagem sem uma contrapartida financeira às operadoras, uma situação que as principais telecomunicações brasileiras — TIM, Vivo, Algar Telecom e Claro — buscam modificar. Em uma carta aberta, essas operadoras apelam para que gigantes da tecnologia, como Google, Meta e Netflix, contribuam para os custos associados à manutenção e expansão da infraestrutura de internet, fundamentais para suportar o consumo elevado de dados impulsionado por seus serviços.

O movimento contra o zero rating ganhou corpo com anúncios significativos de Tim e Claro. A Tim, por meio de seu presidente, declarou o término da oferta dessa prática em seus planos, uma decisão ecoada pela Claro. O argumento é que o cenário de rede móvel e o perfil de consumo digital evoluíram drasticamente desde a introdução dessa estratégia. Essa mudança apontando para o Instagram, evoluiu de uma plataforma de compartilhamento de fotos para uma que agora abriga vídeos, intensificando a demanda por dados.

Essa nova direção implica investimentos substanciais em infraestrutura por parte das operadoras, um custo que, inevitavelmente, tende a ser transferido aos consumidores. Diante disso, espera-se um aumento nos valores dos planos de telefonia, que atualmente variam entre R$ 100 e R$ 200, tornando os serviços potencialmente mais onerosos para o usuário final nos próximos meses. Este cenário sublinha a importância de um diálogo contínuo entre operadoras, reguladores e provedores de conteúdo para equilibrar os custos de uma internet cada vez mais centrada no consumo de dados, garantindo a sustentabilidade do ecossistema digital.